Oficina de Contador de Histórias





Esta oficina acontecerá em um único dia ( Domingo 12/06/20110). Uma oportunidade para quem não dispõe de muito tempo e não pode participar dos cursos durante a semana. 
Fundamentos:
Estruturação da Narrativa
Comunicação
Ação
Interação
Jogo
Arquétipo

Local:  CASA JAYA
R. Capote Valente no 305
Pinheiros

Custo: R$ 70,00

Maiores Informações e inscrições:

(11) 21575286 (11) 71750773 - com Clarice

 



 " Histórias que Brotam da Terra"
Um tempo no qual as crenças e as histórias eram a ciência dos povos



 


Narrativas que contam o nascimento dos elementos da natureza. 
Vamos com os índios conhecer cores e flores que brotam desta terra.

Apresentação lúdica e interativa.

Segundo as crenças indígenas,  a noite estava guardada dentro de um pote. O céu ficava bem pertinho da terra, tanto que, se esticássemos a mão encostaríamos nas nuvens! As estrelas foram pintadas com pó de diamante, o mesmo pó que fez os vaga-lumes! Homens e animais foram moldados com o barro pelo Deus Tupã. E a plantinha de guaraná, foi criada pela Mãe do Mato, meio gente e meio onça.





Esta atividade pode ser acompanhada pelo desenhista Rodrigo Bueno, que ilustra os momentos de interação da platéia com as narrativas:






O PREMIADO filme TRANSEUNTE, ESTRÉIA DIA 12 DE AGOSTO





 DIA INTERNACIONAL DO CONTADOR DE HISTÓRIAS-20/03  

 

" MENINO DE ENGENHO" - JOSÉ LINS DO REGO 

A velha Totonha de quando em vez batia no engenho. E era um acontecimento para a meninada... Que talento ela possuía para contar as suas histórias, com um jeito admirável de falar em nome de todos os personagens, sem nenhum dente na boca, e com uma voz que dava todos os tons as palavras! Havia sempre rei e rainha nos seus contos, força e adivinhações. Quando ela queria pintar um reino era como se estivesse falando dum engenho fabuloso. Os rios e florestas por onde andavam os seus personagens se pareciam muito com a Paraíba e a Mata do Rolo. O seu Barba-Azul era um senhor de engenho de Pernambuco. Depois, Sinhá Totonha saía para outros engenhos, e eu ficava esperando pelo dia em que ela voltasse, com as suas histórias sempre novas pra mim. Porque ela possuía um pedaço do gênio que não envelhece.



Atualmente, apesar dos grandes avanços tecnológicos na área da comunicação, ainda sentimos saudades de pessoas sentadas na calçada num fim de tarde, ou em volta de uma fogueira, contando histórias. Talvez estas imagens queiram alertar-nos para o fato de que precisamos comunicar-nos de forma mais satisfatória, e que sabemos da existência de alguns caminhos.

Fale conosco
M. Hora do Conto          Clarice Schcolnic       Fernando Bezerra
Tel. (11) 21575286           (11) 71750773            (11) 98191876

email: movimentohoradoconto@hotmail.com 

Contar Histórias aproxima as pessoas, pode ajudar a eliminar preconceitos, facilita o autoconhecimento e nossa relação com o mundo, além de colaborar fortemente para a construção da identidade de um povo. 

Abertas as inscrições:

CURSO DE CONTADORES DE HISTÓRIAS 2011


 Estudo Prática Reflexão

FUNDAMENTOS:
estruturação da narrativa
comunicação
síntese
ação
recursos auxiliares
interação e jogo


Informações  pelos tel. (11)21575286 ou (11) 71750773


Notícias:  Caderno2 - O Imparcial


2/4/2011
Sesc Thermas apresenta Evento Alusivo ao Dia da Literatura Infanto-Juvenil
Neste sábado, o Sesc Thermas de Presidente Prudente realiza uma programação especial para comemorar o Dia Internacional da Literatura Infanto-Juvenil. A data alusiva, dia 2 de abril, marca o nascimento do dinamarquês Hans Christian Andersen, considerado um dos maiores escritores do gênero, autor de obras como O patinho feio e A pequena sereia. Para tanto, um especial de literatura foi preparado especialmente para a ocasião.
Entre os atrativos, às 10h30, na Área de Convivência, o Movimento A Hora do Conto homenageia Andersen, trazendo em seu repertório histórias como O que o velho faz é bem feito, A princesa e o grão de ervilha e A pequena sereia. A contação de histórias é uma apresentação lúdica e interativa que conta com a participação espontânea do público.
Comandada por Clarice Schcolnic, coordenadora e uma das fundadoras do movimento, os títulos mostram a riqueza das obras do autor. “O que o velho faz é bem feito é uma das histórias menos conhecidas, mas, era a que Andersen mais gostava quando era criança, e trata sobre acreditar no outro incondicionalmente e valorizar quem você ama. A princesa e o grão de ervilha fala sobre o que realmente é uma princesa, aquela que tem um castelo ou aquela que tem educação. Já A pequena sereia é um jogo com as crianças onde a história é invertida e conta com a participação de uma boneca articulada de crochê”, revela a Schcolnic.
Fonte: LILIAN CHIRNEV-DA REDAÇÃO


30/11/2010
Festival de Cinema de Brasília
Prêmio de Melhor Ator para Fernando Bezerra pelo seu trabalho no filme "Transeunte" de Eryk Rocha




















Encerramos o ano agregando ao grupo Rodrigo Bueno, grande ilustrador que desenha nossas  histórias, enquanto são contadas. Bem vindo meu querido!






















 

 






LIVRO SE COME COM O QUÊ?

História inspirada na obra de Monteiro Lobato, onde Emília cria os "livros comestíveis".
Nesta apresentação, lúdica e interativa, as crianças me transformaram em boneca de pano comedora de livros.






HORA DA OFICINA  Criando  Novas Palavras



Criança  explicando que eu não posso comer livros " É sujo!"


Durante a apresentação, as crianças dão as coordenadas de como se movimenta uma boneca de pano.



Música para Emília                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                   







Este é um livro comestível!
Foi feito para o  Sarau de Literatura Brasileira. Delícia!
Ou seja, " A Reforma da Natureza" está em nosso repertório desde 2001, completando dez anos!
                    





Durante uma destas apresentações, uma garotinha perguntou onde poderia conseguir uma pílula falante, para dar ao seu porquinho, como Narizinho fez com a Emília. Se alguém souber...





"Príncipes Africanos" 

Para novembro, mês da Consciência Negra - SESC Bertioga dias 1, 15, 22, 25 e 29/11/2010





Barco feito com a platéia e que, durante a história, irá viajar da África para o Brasil










Abóboras recheadas de pedras preciosas.






Viagem de volta para a África





Músico: Mario Jorge Sérgio Santos  " Majó "

Oficina " Contador de Histórias"


Estudo, prática e reflexão

Com a Professora Clarice Schcolnic
Coordenadora do "Movimento Hora do Conto", que desde 1991 organiza cursos, seminários, saraus, oficinas e viagens para conhecer contadores regionais.

Autora do livro "Contadores de Histórias - Sobre a Arte da
Narrativa"


FUNDAMENTOS DO CURSO
estruturação da narrativa
comunicação
síntese
ação
recursos auxiliares
jogo

interação



Serão quatro encontros com duas horas cada.
Segundas ou quartas-feiras das 19:30hs às 21:00hs, com início dia 19 de outubro


Investimento: R$ 200,00
R$ 170,00 para quem trouxer um amigo
( desconto válido para os dois)

Turmas com no mínimo seis pessoas e no máximo doze.



Endereço:
Espaço Livre
R. Baronesa de Itú 363

- Higienópolis
Inscrições: Tel. 3542 9088 ou 7175 0773



"Não é verdade, nem mentira, é faz de conta”


Tenho uma história para você, mas não é de pegar, é de sentir.
Tem também, a menina Flora Maria, que é todinha de crochê, como minha vovó ensinou a fazer.
Com um repertório da nossa tradição oral, converso de forma lúdica com as crianças, sobrerealidade e fantasia. Afinal, o que sentimos e imaginamos também é de verdade!
Contar Histórias aproxima as pessoas, pode ajudar a eliminar preconceitos, facilita o autoconhecimento e nossa relação com o mundo, além de colaborar fortemente para a construção da identidade de um povo.

Artigo - Livro Vivo
por Clarice Schcolnic
Quando criança, somos estimulados a brincar, pulamos corda, caímos, quebramosa testa, levantamos e tentamos novamente, sem nem nos importarmos com os fracassos. De repente, o brinquedo torna-se, naturalmente, uma extensão de nós mesmos. E quanto aprendemos! Seria praticamente impossível enumerar as possibilidades do nosso desenvolvimento.

E o livro? Mal sabemos ler, mas já nos encantam as letras, as imagens, o próprio papel e até seu cheiro e textura. Quantos mistérios guardam os livros! E há, também, aquele momentotranquilo, quando a voz do adulto conta-nos as histórias saídas de suas páginas.
Ah, o livro!
Sonhamos com seus personagens como se fossem da própria família, conversamos com eles, damos e ouvimos seus conselhos. Sentimos frio, ou calor, de acordo com a paisagem local. Garantimos que um dia conheceremos aquele país onde morou o herói da história. E mais uma vez aprendemos, pois estamos brincando com o livro.
Um poema pode inspirar-nos a ponto de querermos memorizá-lo, transformá-lo em música, ou em um belo desenho, só para não esquecê-lo.
Cadê o carteiro com o postal do amigo que viajou para tão longe, dizendo estar com saudade e quando retorna, ou com a carta perfumada da tia-avó, que escreve com letras bem desenhadas? Cuidado para não rasgá-la, ao abrir o envelope. Depois, todas as correspondências queridas vão para a caixinha e, de vez em quando, as abrimos e recordamos.
Que brinquedo maravilhoso a palavra, nos livros, nas cartas, nas revistas científicas, nos poemas, nos diários secretos...
E, também, não podemos esquecer, é a palavra que nos diferencia dos outros animais, tornando-nos seres pensantes, capazes de entender melhor o mundo e a nós mesmos.
Livro é arte, preenche de dentro para fora.
Que tal reapresentá-lo aos nossos jovens e crianças?
“Palavra – Brinquedo,
Livro-Vivo.







SEMINÁRIO
LITERA
TURA: POR QUÊ? - DESAFIOS NA FORMAÇÃO DE LEITORES
 27 a 29 de maio de 2010
SESC Santos


Nos últimos anos, tem crescido o número de ações, iniciativas e reflexões no campo literário e da leitura. Festivais, eventos, feiras literárias, políticas públicas, campanhas da sociedade civil, debates em torno da inserção das novas mídias, do livro digital e da literatura na Internet. Essa efervescência reflete, por um lado, a consolidação de uma demanda social em torno da importância da leitura e da literatura na formação de nossos cidadãos, e por outro, demonstra certa inquietação no meio literário, diante da inserção gradativa de novas práticas de leitura e escrita, advindas principalmente do crescimento da cultura digital.
Este seminário tem como proposta refletir sobre essas transformações que afetam o mundo da leitura e da escrita e os desafios que elas colocam para a formação de leitores, buscando trazer subsídios e ferramentas para ampliar, quantitativa e qualitativamente, as ações e iniciativas. 
Ao colocar em pauta a formação de leitores, o Sesc retoma também a questão da importância da literatura na formação humana. A literatura enquanto direito social, porque representa o elemento de poesia e ficção a que todo ser humano tem direito; como forma de expressão e de conhecimento; como instrumento de educação e instrução, mas também portadora do imprevisto, de significações e sentidos, que se constroem diferentemente em cada leitor.
Realização: SESC São Paulo.
Maiores Informações:SESC Santos (Central de Atendimento)Rua Conselheiro Ribas, 136
Tel.: (13) 3278-9800
|
seminario@santos.sescp.org.br
Terça a sexta, 10h às 21h30 | Sábados, domingos e feriados, 10h às 18h30

Oficina de Contador de Histórias - Clarice Schcolnic - formada em Arte- Educação, com especialização em Teatro. Fundadora e coordenadora do Movimento Hora do Conto, organiza grupos de estudo, saraus, cursos, seminários, viagens para conhecer contadores regionais, além de inúmeras apresentações, sempre com o objetivo de gerar multiplicadores desta arte milenar. Em 2008 lançou o livro "Contadores de Histórias - Sobre a Arte da Narrativa".

O MENINO QUE CARREGAVA ÁGUA NA PENEIRA 

Fiz um ensaio fotográfico pra um novo trabalho. Acabei ganhando de presente da minha irmã este vídeo. Juntei com a poesia de Manoel de Barros, que tem me inspirado com uma aurora a cada dia.
Este é o resultado






Biscoitos de Estrelas
por Clarice Schcolnic



BISCOITOS DE ESTRELAS I

Mamãe veio me dizer que iríamos ao Paraná, visitar vovô e vovó.
Foi explicando:
- Você mora em São Paulo , que é aqui. Paraná é outro lugar e fica longe.- E continuou. - Eu também tenho papai e mamãe. Eles são seu vovô e sua vovó. Entendeu?
Claro que não. Mas achei melhor concordar e ir brincar.
O dia da viagem, finalmente, veio. Chegamos durante à noite. Quando descemos do carro, minha mãe apontou para cima:
- Olhe filhinha, estrelinhas!
Fiquei eufórica, era muito inesperado.
- Pega pra mim!
Não havia meio de pegá-las. Como não? Estavam bem diante dos meus olhos.
Entrando na casa, o primeiro a aparecer foi um homem grande, de chapéu e com um bigode enrolado na ponta. Esse era o vovô. Dizem que ele sempre tinha balas no bolso da camisa. Cumprimentou a todos e disse que ficássemos à vontade.
Depois, surgiu uma mulher, que sorriu para mim, me fez carinho e disse que eu era bonitinha. Era vovó. Não me lembro de muita coisa, acho que estava com sono e logo adormeci .
No dia seguinte, pela manhã, corri para o terraço, e para minha grande decepção as estrelas haviam desaparecido. Vovó, vendo o quanto aquilo era importante para mim, levou-me para a cozinha, onde fez biscoitos, usando um forno a lenha. E, vejam só, eles tinham o formato de estrelas, cheirinho de erva-doce e eram todos meus!

BISCOITOS DE ESTRELAS II

Dias depois que voltamos da viagem, minha mãe deixou-me na casa de uma vizinha, que também tinha uma filha. Acontece que a mãe da menina não estava com muita paciência naquele dia, e nos colocou à uma mesa, com lápis colorido, tesouras e papéis, para que nos distraíssemos e ficássemos quietas. Sem querer, ao recortar um papel, vi-me diante do que parecia ser uma estrela. Fiz alguns ajustes, colei um pó brilhante e quase caí dura. Agora sim, era uma estrela.
Levei aquela preciosidade para casa, com muito cuidado. Subi no armário do meu quarto e, esticando-me toda, colei-a no teto. Deitei na cama, fiquei olhando e pensando. Cheguei à conclusão de que minha estrela era melhor que as do céu, pois podia ser feita com minhas próprias mãos, na cor e no tamanho que desejasse. Além de decorar meu quarto e ser vista quando eu quisesse. Se isso ainda não fosse o suficiente, era só imaginar e criar outras.

BISCOITOS DE ESTRELAS III

Eu cresci! Cresci tanto que até casei e tive meu próprio filho!
Um dia contei esta história para ele.
- Mamãe o Sol é uma estrela, não é?
- Sim
- Então, quando o Sol bate na gente e esquenta, é como se uma estrela estivesse aqui, dentro do corpo. Tem uma estrela dentro de você, mamãe!
- E de você também, filhote! Vem cá, me dê um abraço, quero sentir bem de perto sua estrela!



" TENHO UMA HISTÓRIA PARA VOCÊ "
Livro
Fonte de prazer, reflexão e liberdade

Este vídeo é o registro do quarto encontro Livro Vivo. Recebemos queridos amigos, além da presença da boneca Mariana, que está nascendo nas mãos da Contadora de Histórias Alejandra Pinel. Não resistimos e, no final, eu, Alejandra e Mariana improvisamos uma cena.

Oficinas "Livro Vivo" - março 2010

As oficinas de experimentação do Projeto "Livro Vivo", estarão acontecendo na Casa de Cultura e Interação Motirõ, durante todo o mês de março, aos sábados das 14:30hs às 16:30hs.Saiba mais: Tel. (11) 21575286



"Livro Vivo"
Expressão Artística
Espaço LÚDICO ,
onde crianças e jovens
desenvolvem-se através da Arte,
e podem buscar soluções
para eventuais dificuldades
com a escrita e com a leitura.

MOVIMENTO HORA DO CONTO - PARTEII







Aqui, fizemos os melhores amigos de nossas vidas!